domingo, 13 de julho de 2014

Atividades – P. 130-9ºA

Organizar o conhecimento

1.      Em seu caderno explique os motivos de cada um dos países a seguir para entrar na guerra
a.      Alemanha: As perdas da Primeira Guerra, as punições impostas pelo Tratado de Versalhes e as crises econômicas dos anos 1920 e 1930 levaram os almães a eleger para o Reichstag Adolf Hitler, um político de extrema direita que logo assumi a chancelaria e, em seguida, tornou-se o ditador da Alemanha. Entre sua propostas estavam a retomada do crescimento econômico, o rompimento do Tratado de Versalhes, a expansão territorial e o extermínio dos judeus. As invasões da Áustria, Tchecoslováquia e da Polônia levaram a França e Grã-Bretanha a declarar guerra à Alemanha.
b.      Inglaterra: A Grã-Bretanha foi um dos países vencedores da Primeira Guerra Mundial. Por causa da crise econômica e por acreditar que um conflito nas proporções não voltaria a se repetir, o país de se armar adequadamente. Quando a Alemanha recompôs seu exército, já sob as ordens de Hitler, o primeiro-ministro britânico tentou negociar uma saída pacífica para o conflito, permitindo a anexação da Áustria e dos Sudetos. França e Grã-Bretanha reagiram apenas quando a Alemanha invadiu a Polônia.
c.      Japão: Desde o início da década de 1930, o Japão procurava expandir seu território na Ásia, invadindo a China e, depois a Coréia. Em 1940, o Japão aderiu ao Eixo, pois entre suas ambições territoriais estava os territórios dominados por França e Estados Unidos.
d.      Estados Unidos: Os Estados Unidos procuravam manter uma posição neutra na Segunda Guerra. Quando a frança foi invadida pela Alemanha nazista, os norte-americanos passaram a fornecer armas, mantimentos e outros produtos, sem, contudo, entrar em combate. Os Estados Unidos entraram formalmente em guerra contra o Eixo quando os japoneses atacaram a base militar de Pearl Harbor, no Oceano Pacífico.

e.      União soviética: A União Soviética e a Alemanha assinaram um Pactode Não Agressaõ em 1939, no qual os dois países se comprometiam a respeitar os limites territoriais um do outro. Além disso eles também partilhavam o território polonês, e a União Soviética recuperava territórios perdidos na Primeira Guerra. quando os exércitos comandados por Hitler já haviam conquistados a maior parte da Europa Ocidental, a Alemanha voltou suas atenções para o leste, invadindo a Uião Soviética e rompendo o trato de 1939.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Atividades p. 84 – 6º ano

Organizar o conhecimento
1.       Em seu caderno, explique a função dos termos a seguir nas sociedades mesopotâmicas.
a.       Zigurate: Torre alta sobre a qual havia um templo, considerado a casa dos deuses e onde ocorriam os rituais religiosos.
b.      Palácio: Morada do rei e centro administrativo. Muitos artesãos prestavam serviços para o palácio.
c.       Caracteres cuneiforme: Símbolos empregados na escrita cuneiforme.
d.      Estudos matemáticos: serviam para resolver problemas práticos no comércio e na administração da cidade.
2.       Observe a estatueta do rei Gudea, a cidade mesopotâmica de Lagash, e responda.

a.       Quais eram as funções do rei nas cidades mesopotâmicas? O rei comandava o Estado. No início ele era o principal sacerdote em um templo. Depois do terceiro  milênio, ele centralizava todas a parte administrativa e militar da cidade: coordenava o armazenamento dos excedentes agrícolas, a execução das obras públicas, comandava o exército e cobrava impostos.
b.      Que características relacionadas à figura do rei parecem representadas nessa escultura? O adorno na cabeça, uso de um tipo de túnica que cobre apenas um braço e a posse de um vaso do qual saem os fluxos de água, fator fundamental para a existência e manutenção das comunidades humanas. Além disso, a estatueta está coberta de caracteres cuneiformes, mostrando sua relação com o governo do Estado.
c.       Qual seria o significado da água que jorra da vasilha segurada pelo rei? O rei realizava, todo ano, rituais que procuravam assegurar boas colheitas e, por isso, estava ligado à fertilidade e à abundância de alimentos. Na Mesopotâmia, por causa do tempo seco, essas duas ideias estavam ligadas aos rios Tigre e Eufrates. A agricultura só era possível por meio da irrigação dos campos com as águas desses rios. Os peixes, que acompanham a água na escultura, também mostram a importância da pesca para a população dessas cidades.

domingo, 1 de junho de 2014

Atividades p. 82
Organizar o conhecimento
1.     Observe o mapa e responda às questões



a.     Que países atuais parecem demarcado no mapa?  Qual deles estás localizado na região da antiga Mesopotâmia? Turquia, Irã, Iraque, Síria, Kuwait, Arábia Saudita e Jordânia. O país cujo corresponde à maior parte da região da antiga Mesopotâmia é o Iraque.
b.     Que rios Foram traçados? Rio Tigre e Eufrates

2.     Compare o mapa acima com o mapa da página 79.
a.     Que impérios da Mesopotâmia estnderam-se até Damasco, capital da Síria? Império Assírio e o Segundo Império Babilônico (Caldeus).
b.     Em que países atuais há possibilidade de encontrar vestígios arqueológicos deixados pelos impérios da Mesopotâmia?    Iraque, Síria, Jordânia, Israel, Líbano, Egito, Irã Truquia, e Kwait
4. Analise o documento a seguir.
Trecho do Código de Hamurabi
“ 196º - se alguém arranca o olho de um outro, seu olho deverá ser arrancado.
229º - Se um arquiteto constrói uma casa para alguém [...], e a casa que ele construiu cai e fere de morte o proprietário, esse arquiteto deverá ser morto.
230º - Se fere de morte o filho do proprietário, deverá ser morto o filho do arquiteto.”
a.     Segundo as leis acima, que relação deve haver entre o crime cometido e a punição?  a punição deve ser equivalente ao crime cometido, para que o infrator receba a pena proporcional ao dolo. È a chamada Lei de Talião
b.     A punição leva em conta a intenção do criminoso? Justifique suas resposta? Não a intenção do criminoso não é considerada em nenhum dos três artigos, mas apenas sua ação, seu crime.
c.      O código de Hamurabi permitia o indivíduo  “fazer justiça com as próprias mãos”? Não. Ao determinar a punição cabível a cada crime, o código não abria espaço para cada um definir o modo de punir o infrator.

5.  Compare os trechos do Código de Hamurabi da atividade anterior com dois artigos do Código Penal Brasileiros, transcrito a seguir.
Código Penal Brasileiros
“Artigo 121. Matar alguém:
Pena – reclusão, de seis a vinte anos [...]
 1º  Se o agente comete o crime impelido por motivo de relevante valor social ou moral, ou sob o domínio de violenta emoção logo em seguida a injusta provocação da vítima, o juiz pode reduzir a pena de um sexto a um terço.”
“Artigo 256. Causar desabamento ou desmoronamento, expondo a perigo a vida a integridade física ou o patrimônio de outrem:
Pena – reclusão, de um a quatro anos e multa.

a.     Compare a relação entre o crime cometido e a punição em cada código. No Código de Hamurabi, devia haver uma equivalência entre o crime cometido e a punição. Já no Código Penal brasileiro, a punição não corresponde ao crime cometido. Nos dois artigos, a punição é reduzida á multa e á reclusão (prisão), mesmo que os crimes cometidos sejam o homicídio causado pelo criminoso. Além disso, deve-se levr em conta as circunstância do crime
b.     Na sua opinião, qual dos dois códigos é mais justo? Reflita e discuta com seus colegas.

Pessoal

Personagem p. 161 – 8º ano

D. João VI: rei de Portugal e do Brasil
               D. João, segundo filho de D. Maria I, nasceu em 1767, em Portugal. Em 1777, a rainha tornou-se a primeira mulher a assumir o controle do governo português. Porém, em 1792, em razão de um agravamento de seu estado de saúde, D. João passou a governar informalmente a nação portuguesa e , em 1799, foi aclamado príncipe regente. Dois anos após a morte de D. Maria I, 1816, D. João foi coroado  rei de Portugal e do Brasil.
               Em seu governo, D. João VI promoveu as primeiras transformações urbanas significativas do Rio de Janeiro, como a abertura e calçamento de ruas, aterramento de charcos e pântanos e construção de chafarizes e praças. O governante também se notabilizou por suas iniciativas científicas e culturais: ordenou a construção de teatros, bibliotecas e criou academias literárias e científicas.
Ao longo do tempo, muitas interpretações a respeito de D. João VI foram construídas. Por um lado, vários cronistas e autores o consideraram um monarca sem vontade própria, hesitante, frágil, covarde e fujão. Por outro lado D. João VI contemporizador e tolerante, além de estadista moderado e hábil, figura importante para a construção do estado nacional brasileiro e pra a preservação da monarquia portuguesa.
Texto 1
“Segundo filho da rainha louca, D. João não tinha sido educado para dirigir os destinos do país. [...] Além de despreparado para reinar, d. João era um homem solitário às voltas com sérios problemas conjugais [...] o príncipe regente era tímido, supersticioso e feio. O principal traço de sua personalidade e que se refletia no trabalho, no entanto, era a indecisão. [...] em novembro de 1807, porém D. João foi colocado contra a parede e obrigado a tomar a decisão mais importante da sua vida. [...] Incapaz de resistir e enfrentar um inimigo que julgava muito mais poderoso, decidiu fugir.”
GOMES, Laurentino. 1808. Como uma rainha louca, um príncipe medroso
 e uma corte corrupta enganram napoleão e mudaram a história
de Portugal e do Brasil.
In: Livro didático: Projeto Araribá – 3º Edição p. 161
Texto 2
“D. João Vi não foi o que pode chamar de grande soberano, de quem seja lícito referir brilhantes proezas militares ou golpes audaciosos de administração [...]. o que fez, o que conseguiu, e não dói afinal pouco, fê-lo e conseguiu-o no entanto pelo exercício combinado de dois predicados que cada um deles denota superioridade: um de caráter, a bondade, o outro de inteligência, o senso prático ou o governo. Foi brando e sagaz, insinuante e precavido, afável e pertinaz.”
LIMA, Manuel Oliveira. D. João VI no Brasil.
In: Livro didático: Projeto Araribá – 3º Edição p. 161

1.      Cite algumas medidas tomadas por D. João VI no período em que o monarca governou o Brasil. Durante o reinado de D. João VI no Brasil diversas obras e iniciativas científicas e culturais foram tomadas. Foi um período em que houve as primeiras transformações urbanas significativas do rio de Janeiro, como a abertura e calçamento de ruas, aterramento de charcos e pântanos e construção de chafariz e praças.  Além disso, D. João conquistou a Guiana e a Cisplatina, combateu as revoltas de 1817 em Portugal e em Pernambuco, e afirmou o poder monárquico português depois da revolução do Porto de 1820

2.      Qual visão cada  um dos textos acima  expressa sobre a figura de D. João VI? Os textos expressão visões diferentes sobre D. João VI. O primeiro apresenta a visão mais tradicional a respeito do governante português: uma figura indecisa, solitária, infeliz na vida conjugal e medrosa. Oliveira lima, no segundo texto, sem exagerar a capacidade  de governança de D. João VI, ressalta a inteligência, a bondade e a determinação do monarca português. As qualidades que Oliveira Lima atribuem a D. João VI revelam um homem que soube conduzir co habilidade o reino Português, em um momento de grande dificuldade, combinando astúcia e brandura, prudência e pragmatismo. 

Atividades p. 160 – 8 ano

Organize o Conhecimento
1.      Sobre a era pombalina, responda.
a.      Cite duas medidas tomadas pelo marquês de Pombal que reforçaram o controle da Coroa a região das minas na América portuguesa. Marquês de Pombal instituiu nas minas, em 1750, a cobrança do mínimo de 100 arrobas de ouro anuais de ouro e, em 1763, transferiu a capital de salvador para o Rio de Janeiro a fim de aproximar o governo da área mineradora.
b.      Por que o ministro do rei D, José I decretou a expulsão dos jesuítas de todos os territórios portugueses? Os jesuítas foram expulsos de todo os territórios portugueses porque representavam uma ameaça à Coroa portuguesa. A Companhia de Jesus havia conquistado grande poder econômico e prestígio social, sendo responsável por quase todas as instituições de ensino da colônia e proprietária e terras, cabeças de gado e escravos africanos. O poder acumulado pela ordem religiosa, assim, acabou se transformando em uma ameaça para a Coroa portuguesa.
c.      Que efeitos a proibição da escravidão indígena por Pombal, em 1755, teria trazido para os proprietários no Brasil? Qual atividade econômica foi beneficiada com essa medida? A proibição da escravidão do indígena teve como resultado a falta de mão de obra nas atividades econômicas da colônia, principalmente nas regiões em que era expressivo o uso do trabalho indígena, como nas lavouras paulistas e no norte da América portuguesa.
 Com a proibição, houve uma intensificação do tráfico negreiro, aumentando mais ainda os lucros dos empresários portugueses e brasílicos envolvidos no negócio.

2.      Em seu caderno, copie e complete o quadro a seguir sobre as conjurações Mineira e Baiana.


Conjuração Mineira
Conjuração Baiana
Local e data
Vila Rica - 1789
Salvador – 1798
Situação econômica da capitania
Esgotamento do ouro e aumento do controle colonial
Carestia escassez e aumento dos preços de alimentos.
Composição social do movimento
Em sua maioria, homens ricos e de prestígio na cidade.
Pequenos comerciantes, soldados, alfaiates, negros libertos, mulatos, escravos e alguns brancos da elite
Objetivos
Independência de Minas Gerais e proclamação da república
Independência da Bahia, proclamação da república e fim da escravidão.
Influências
Independência dos Estados Unidos da América e ideias iluministas
Revolução Francesa, Independência do Haiti, e iluminismo
Como terminou
Repressão do governo, degredo dos envolvidos e execução de Tiradentes
Repressão do governo, degredo dos envolvidos e execução de quatro líderes

3.      Explique os motivos que levaram a família real portuguesa a transferir-se para o Brasil.
Pressão de Napoleão Bonaparte para que Portugal aderisse ao Bloqueio Continental.


Fugir da invasão francesa.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Um Problema p. 155 – 8º ano

A conjuração Mineira é a revolta mais conhecida nas Minas Gerais do século XVIII. Porém, ela não foi a única a ocorrer no período.

“A palavra ‘inconfidência’ significa traição ao rei. [...] No entanto, seu significado era um pouco oscilante. Podia se referir a uma verdadeira trama subversiva ou ao hábito [...] de proferir blasfêmias e impropérios contra o monarca. É que o rei no período, D. José I, viu-se bastante contestado pelos seus súditos mineiros, principalmente depois que o marquês de Pombal comandou a expulsão dos jesuítas [...].
A decisão provocou a eclosão de várias inconfidências em Minas, com abertura de processos e punição dos culpados. [...] A primeira  das Inconfidências Pombalinas aconteceu em Curvelo (1760 -1763), a segunda, em Mariana (1768), de
pois em Sabará (1775) e novamente em Curvelo (1776).
Ao contrário da Conjuração Mineira de 1789 [...], nas inconfidências de Curvelo, Mariana e Sabará não era intenção dos envolvidos romper os laços com a metrópole. Todos surgiram da insatisfação com o enfrentamento entre o marquês de Pombal e a Companhia de Jesus, que culminaria na expulsão dessa ordem religiosa dos domínios portugueses. [...] O rei português, D, José I, e seu ministro Pombal foram ferozmente atacados por meio de ‘papeis sediosos’ brados, conversações e burburinhos que continham violentos insultos ao rei e ao marquês. [...]
Segundo apurações da Coroa, os responsáveis eram ex-jesuítas ‘encobertos’ sob outras identidades [...]. ex-alunos. Partidários, ou, simplesmente admiradores da Companhia de Jesus que não aceitavam as determinações do ministro Pombal [...] Pombal, por sua vez, procurou combater a Companhia de Jesus com as armas de que dispunha. Patrocinou e difundiu um vasto material antijesuítico não só em seus domínios, mas em toda a Europa. Estabeleceu uma política repressora, prendendo aqui e ali alguns ‘encobertos’ e seus comparsas. [...]
Mais do que um protesto contra a expulsão dos jesuítas, as inconfidências do período pombalino revelam a cisão entre os poderosos locais. [...] As revoltas expõem o alto preço pago pela Coroa por suas medidas impopulares [...] e o desgaste sofrido pela imagem do rei na América portuguesa.”
CATÃO, Leonardo Pena. Mania de inconfidência.
Livro didático Projeto Araribá, 3º Ed. P. 155

Questões
1.      Segundo o texto, quais são os significados da palavra “inconfidência”?  
Segundo o autor, a palavra “inconfidência” podia significar traição ao rei, ou ainda, uma trama subversiva ou o hábito de proferir blasfêmias e impropérios contra o monarca.
2.      Aponte as diferenças entre a Conjuração Mineira de 1789 e as outras inconfidências citadas pelo autor. Ao contrário da Conjuração Mineira de 1789, as outras inconfidências citadas pelo autor não tinham a intenção de romper definitivamente os laços com a metrópole. As inconfidências de Curvelo, Mariana, Sabará surgiram da insatisfação dos envolvidos com o marquês de Pombal e com o manarca português D. José I, devido à política de repressão que estes mantinham em relação à companhia de Jesus.

3.      O que as inconfidências mineiras da segunda metade dos século XVIII revelam? As inconfidências mineiras da segunda metade dos século XVIII revelam, além de um protesto contra a expulsão dos jesuítas, uma cisão entre os poderosos locais. Essas revoltas expuseram o alto preço que a Coroa pagou por suas medidas pouco populares e o desgaste da imagem do rei na América portuguesa.

domingo, 18 de maio de 2014

Atividades p. 164 – 7º ano

Organizar o conhecimento
1.     Elabore questões que tenham como respostas as palavras da cruzadinha





a
M
E
R
C
A
N
T
I
L
I
S
M
O






b
I
N
D
I
A
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c
V
E
N
Z
U
E
L
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d
M
E
T
A
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A
S
C
O

D
A

G
A
M
A








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E
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I
A
S











g
M
U
Ç
U
L
M
A
N
O
S



h
C
R
I
S
T
V
O
A

C
O
L
O
M
B
O






i
A
B
S
O
L
U
T
I
S
M
O


Sugestão de respostas
a.     Nome que se da ao conjunto de medidas econômicas adotadas pelas monarquias nacionais européias aproximadamente entre os séculos XV e XVIII?
b.     Como se chama as terras do oriente, onde os europeus encontravam especiarias?
c.      Que território foi explorado por Alonso Ojeda e Juan La Costa?
d.     Como se chama o princípio mercantilista que visava o acúmulo de ouro e prata?
e.     Qual é o nome de primeiro navegador português que chegou a calicute, na Índia?
f.       Como se chama o conjunto de temperos vindos do oriente que forneciam muito lucros aos comerciantes?
g.      Como se chama os seguidores do islã?
h.     Que navegador, navegando pelo ocidente, chegou pela primeira vez ao continente americano?
i.       Como se chama o regime de governo em que o rei concentra muito poder em suas mãos?

2.     Copie o quadro comparativo no caderno e complete-o


Expansão marítima portuguesa
Expansão marítima espanhola
Quando Começou
1415
1492
Objetivo
Obter lucros comerciais, encontrar um caminho marítimo para as Índias e expandir a fé cristã
Obter lucros comerciais, encontrar um caminho marítimo para as Índias e expandir a fé cristã
Rota para atingir as Índias
Rota do Oriente
Rota do Ocidente
Principais viagens
Bartolomeu Dias, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral
Cristovão Colombo, Fernão de Magalhães
Conquistas realizadas
Entrepostos comerciais  e colônias na costa da África, Índia e Brasil
Ilhas do caribe, grande parte da América circunavegação da Terra.


Aplicar
3.     Leia o texto a seguir para responder às questões
“Os portugueses e os espanhóis tiveram precursores (mais ou menos isolados) na conquistas dos oceanos Atlântico e pacífico, mas os esforços desses aventureiros notáveis não alteraram o curso da história do mundo. [...] Somente depois de os portugueses terem contornado a costa ocidental da África, dobrado o cabo da Boa Esperança, atravessado o Oceano Índico e de terem se fixado nas Ilhas das especiarias da Indonésia e na costa do mar do sul da China; somente depois de os espanhóis terem atingido o mesmo objetivo através da patagônia, o Oceano Pacífico e das Filipinas é então só então, teve início a ligação marítima e duradoura entre os quatro continentes.”
BOXER, Charles R. O império português, 1414-1825.
Livro didático Projeto Araribá – 3ª Ed. P. 165
a.     Por que, para o autor, as viagens portuguesas e espanholas se diferenciaram das de seus antecessores? Segundo ao autor, as viagens portuguesas e espanholas alteraram o curso da história do mundo ao estabelecer uma ligação marítima regular e duradoura entre os quatro continentes.
b.     O que significa dizer que as viagens portuguesas e espanholas estabeleceram “uma ligação marítima regular e duradoura entre os quatro continentes? Antes das viagens oceânicas promovidas pelos países ibéricos,os contatos entre os continentes, embora existissem (à exceção da América e Oceania), não eram sistemáticos. A partir do século XV, com as grandes viagens marítimas e o processo de colonização criou-se um mercado mundial, acompanhado de uma integração cultural que alterou a história de todos os povos. Em outras palavras, as viagens portuguesas e espanholas inauguraram o processo de globalização.

c.      Na sua opinião, o mundo em que vivemos hoje confirma a tese defendida pelo autor? Justifique.  Sim. A sociedade em que vivemos hoje é resultado das mudanças que as viagens oceânicas promoveram no curso da história. O predomínio do cristianismo no Ocidente; a assimilação das línguas modernas por povos da América, África e Oceania; a expansão do sistema capitalista; o grande intercâmbio alimentar entre os continentes; e a grande heterogeneidade étnica das populações são exemplos que demonstram o papel transformador das viagens ibéricas na história mundial.